8.10.06

O RADAR

Aqui está ele, o super-radar.
Agora é que não há hipótese nenhuma de escapar, pois o digital com operador, se não caçar na altura, regista e manda depois a conta. Vai chegar para todos.
Não sei se esta modernice faz parte deste
Simplex, mas posso adivinhar a mossa que vai fazer de Norte a Sul. E nas Ilhas também. A uma média de 50 €uros por infracção, é só fazer as contas.
Mas se esta moda
pega e se estende a estes casos, então é que vai ser o bom e o bonito. Uma pessoa cheia de pressa a querer despachar o auto e efectuar o pagamento e eles a ver de quem é a jurisdição.
Preciosismos...

7.10.06

A IRRESPONSABILIDADE

É inacreditável. Só em Portugal é que isto pode acontecer.
Quase 2 anos após o encerramento do túnel do Rossio, por questões de segurança, volta tudo ao princípio.

Esta estória não está muito bem contada. Um bom tema para o novo PGR.
Então ninguém vai ser responsabilizado pelos prejuízos e transtornos causados a milhares e milhares de passageiros? Que tipo de consórcio é aquele? Que trabalhos já foram efectuados? O que falta ainda fazer?

Se em condições normais contratuais a obra ficaria pronta em 2011, então quantos anos mais vão ainda ser sacrificados os utentes da linha de Sintra que querem chegar em condições ao fim da linha?

6.10.06

O TEMPO

Esta semana, um anormal excesso de falta de tempo não me permitiu ter tempo que chegasse para tudo. Não teve nada a ver com a obrigatória leitura das 163 páginas do Plano de Revitalização da Baixa-Chiado, nem com a chegada das 2 moções ou com a espera da 3ª. Foi mesmo isso....chegar ao fim do dia e já não ter tempo para mais.
A ver se não se repete.

2.10.06

A COMPETITIVIDADE

Encontrei-os no hipermercado e após os cumprimentos da praxe, veio a notícia de que, como já é usual, vão de férias em Outubro, nas próximas 2 semanas.
No ano passado foram até à ilha da Madeira e este ano...até aos Açores?, perguntei eu.
Não, a opção foi pelo Brasil, pois o preço de 5 dias, repito, cinco dias na ilha de S. Miguel era muito mais caro do que 14 dias, repito, catorze dias no Brasil, (7 dias em Pipa e 7 dias em Fortaleza). Parece mentira, mas é verdade.
Eis aqui um caso, igual a milhares de outros, em como não conseguimos cativar os nossos para férias cá dentro. Não é uma questão de não se gostar dos Açores, ou de outra qualquer região do País, a ponto de merecer um esforço financeiro. Nada disso, entendi eu. É que a diferença de preços é mesmo muito grande. Tanto o da viagem, como o do custo de vida de lá. E nos tempos que correm...
Conclui-se que há diferentes culturas empresariais no sector turístico dos 2 Países, mesmo na época baixa : uma para cativar mercado e outra para cativar clientes.
Uma questão de competitividade...ou de falta dela.

1.10.06

A CORRIDA

Eu não podia faltar.
Foi um esforço enorme...ter que me levantar cedo a um Domingo e ainda a digerir os 2 secos dos tipos do Apito Dourado.
Mas lá fui, porque era uma ocasião única e também só umas centenas de metros. Apesar das condicionantes (a idade, a barriguita, o equipamento) lá me integrei anónimamente no enorme pelotão, encabeçado pela Rosa Mota e pela Aurora Cunha, que puxavam muitos ilustres e consagrados pastéis.
Disseram que éramos quase 2 mil, em velocidade de cruzeiro (vulgo quase a passo) porque não dava para mais...mas chegámos todos ao Estádio, sem haver vencedores ou vencidos, com a fanfarra dos bombeiros a tocar para a nossa volta de honra na pista de tartan e logo depois presenteados com uma medalha, um pastel de nata e uma garrafinha de água.
Já não fiquei para o churrasco, pois era grande a necessidade de um banho retemperador e de uma refeição suculenta.
Para a posteridade, guardo a t-shirt autografada pelas 2 olímpicas, o dorsal 848, a medalha e a respectiva foto. E a lembrança das dores musculares...já é de noite e ainda tenho as pernas besuntadas de pomada. Ai...!