Aqui está ele, o super-radar.
Agora é que não há hipótese nenhuma de escapar, pois o digital com operador, se não caçar na altura, regista e manda depois a conta. Vai chegar para todos.
Não sei se esta modernice faz parte deste Simplex, mas posso adivinhar a mossa que vai fazer de Norte a Sul. E nas Ilhas também. A uma média de 50 €uros por infracção, é só fazer as contas.
Mas se esta moda pega e se estende a estes casos, então é que vai ser o bom e o bonito. Uma pessoa cheia de pressa a querer despachar o auto e efectuar o pagamento e eles a ver de quem é a jurisdição.
Preciosismos...
É inacreditável. Só em Portugal é que isto pode acontecer.
Quase 2 anos após o encerramento do túnel do Rossio, por questões de segurança, volta tudo ao princípio. Esta estória não está muito bem contada. Um bom tema para o novo PGR.
Então ninguém vai ser responsabilizado pelos prejuízos e transtornos causados a milhares e milhares de passageiros? Que tipo de consórcio é aquele? Que trabalhos já foram efectuados? O que falta ainda fazer? Se em condições normais contratuais a obra ficaria pronta em 2011, então quantos anos mais vão ainda ser sacrificados os utentes da linha de Sintra que querem chegar em condições ao fim da linha?
Esta semana, um anormal excesso de falta de tempo não me permitiu ter tempo que chegasse para tudo. Não teve nada a ver com a obrigatória leitura das 163 páginas do Plano de Revitalização da Baixa-Chiado, nem com a chegada das 2 moções ou com a espera da 3ª. Foi mesmo isso....chegar ao fim do dia e já não ter tempo para mais.
A ver se não se repete.
Encontrei-os no hipermercado e após os cumprimentos da praxe, veio a notícia de que, como já é usual, vão de férias em Outubro, nas próximas 2 semanas. No ano passado foram até à ilha da Madeira e este ano...até aos Açores?, perguntei eu.
Não, a opção foi pelo Brasil, pois o preço de 5 dias, repito, cinco dias na ilha de S. Miguel era muito mais caro do que 14 dias, repito, catorze dias no Brasil, (7 dias em Pipa e 7 dias em Fortaleza). Parece mentira, mas é verdade.
Eis aqui um caso, igual a milhares de outros, em como não conseguimos cativar os nossos para férias cá dentro. Não é uma questão de não se gostar dos Açores, ou de outra qualquer região do País, a ponto de merecer um esforço financeiro. Nada disso, entendi eu. É que a diferença de preços é mesmo muito grande. Tanto o da viagem, como o do custo de vida de lá. E nos tempos que correm...
Conclui-se que há diferentes culturas empresariais no sector turístico dos 2 Países, mesmo na época baixa : uma para cativar mercado e outra para cativar clientes.
Uma questão de competitividade...ou de falta dela.
Eu não podia faltar.Foi um esforço enorme...ter que me levantar cedo a um Domingo e ainda a digerir os 2 secos dos tipos do Apito Dourado. Mas lá fui, porque era uma ocasião única e também só umas centenas de metros. Apesar das condicionantes (a idade, a barriguita, o equipamento) lá me integrei anónimamente no enorme pelotão, encabeçado pela Rosa Mota e pela Aurora Cunha, que puxavam muitos ilustres e consagrados pastéis. Disseram que éramos quase 2 mil, em velocidade de cruzeiro (vulgo quase a passo) porque não dava para mais...mas chegámos todos ao Estádio, sem haver vencedores ou vencidos, com a fanfarra dos bombeiros a tocar para a nossa volta de honra na pista de tartan e logo depois presenteados com uma medalha, um pastel de nata e uma garrafinha de água.Já não fiquei para o churrasco, pois era grande a necessidade de um banho retemperador e de uma refeição suculenta. Para a posteridade, guardo a t-shirt autografada pelas 2 olímpicas, o dorsal 848, a medalha e a respectiva foto. E a lembrança das dores musculares...já é de noite e ainda tenho as pernas besuntadas de pomada. Ai...!