13.7.09

ANTÓNIO COSTA PRESIDENTE

Foi no Jardim de São Pedro de Alcântara (aquele que a actual Vereação liderada pelo PS reabriu após ter estado anos encerrado e entaipado, aguardando o fim da obras por falta de pagamento da Vereação PPD/PSD ao empreiteiro) que António Costa anunciou formalmente a sua recandidatura à Câmara Municipal.
A parte do jardim que foi reservada para este evento estava repleta, não só de dirigentes e militantes do PS, mas também de muitos convidados e de público anónimo.
Foi um discurso esclarecedor e incisivo, aquele que António Costa iniciou poucos minutos antes das 20.00hrs, agradecendo a colaboração prestada na Vereação a Sá Fernandes (com quem já estabeleceu acordo pré-eleitoral) e a Helena Rosta e Manuela Júdice (talvez um piscar de olho para um possível acordo).
O discurso que António Costa proferiu perante José Sócrates e Carlos do Carmo pode ser lido no site da candidatura, com especial ênfase para cumprimentos do que havia prometido para estes dois anos de mandato intercalar (arrumámos a casa, pusemos a Câmara a funcionar e preparámos o futuro. Pode não encher o olho, mas é o trabalho de formiguinha que constrói alicerces) e para as comparações com que mimoseou Santana Lopes:
"Os lisboetas vão escolher entre quem arrumou a casa e quem a desarrumou. É uma escolha entre a política ao serviço dos cidadãos e a mera política-espectáculo, entre o rigor e a trapalhada, entre a competência e a aparência».

12.7.09

ENTREVISTA

Com a frontalidade que se lhe reconhece, António Costa dá uma excelente entrevista ao "i".
Para ler, calmamente, no fim-de-semana e meditar no porquê de algumas atitudes frontais e fracturantes do Presidente da Câmara:
Mas há uma coisa que as pessoas têm que perceber: não é pelo facto das pessoas serem do mesmo partido que devem subordinar a uma lógica partidária aquilo que são as funções que exercem. Não é pelo facto de eu ser socialista, de ter sido membro deste governo, de ser apoiante e amigo do primeiro-ministro que vou deixar de defender os interesses da cidade de Lisboa quando entendo que esses interesses estão em causa.

11.7.09

DÊ-SE TEMPO AO TEMPO

Tome-se como hipotético ponto de partida que não mantinha nenhuma consideração especial pelo Sr. Ministro. Não importa a existência de motivo…
Depois do gesto que o condenou, não teria qualquer razão para alterar o meu ponto de partida. Manteria a mesma visão apreciativa.
Haveria, contudo, uma diferença: a da solidariedade que se deve a quem soçobrou perante o martelo pilão que o adversário usa com a sabedoria do treino e a volúpia da vitória. Não importa a verdade do que use; o que importa é esmagar!
Assim é. É para isso que a máquina está preparada.
Por isso o meu aceno a quem parte, agora que já sabe ter sido, também, mas não principalmente, vítima de si mesmo.
E do outro lado, que sobra? Pouco mais do que nada, a saber: o inchaço de um ego que se apraz na vitória a qualquer custo pela importância que supõe que ela lhe conquista ou lhe concede.
Há quem julgue que chega.
Mas, não, não chega mesmo. É necessário juntar ao mero argumento inteligente a honestidade intelectual.
E não; não se torna uma mentira repetida muitas vezes numa verdade.
Dê-se tempo ao tempo… (que já começou)

José Manuel Tavares de Moura

10.7.09

UNIRLISBOA

Hoje foi dia grande para a Candidatura de António Costa: depois do declarado apoio de José Saramago, surge o nome do Mandatário: Carlos do Carmo .
Começa a ficar claro a quantidade e a qualidade dos que apoiam a recandidatura do actual Presidente da Câmara de Lisboa.
E, pelo que já consta, muitos outros nomes ligados à cultura, às letras, à ciência, à educação e ao espectáculo estarão a manifestar o seu apoio a António Costa na sessão de apresentação da Candidatura UNIRLISBOA que se realizará na próxima 2ª feira, 13 de Julho, pelas 19.00Hrs no jardim de São Pedro de Alcântara (ao Bairro Alto).


BERLUSquê?

O Pedro Santana Lopes, com as devidas distâncias, que são muitas, é o nosso Sílvio Berlusconi. Apesar da mediocridade já demonstrada, há sempre quem lhes admire a beleza alvar dos traços, a virilidade própria dos fodilhões serôdios, a oratória brilhante, a demagogia dos discursos, a megalomania dos projectos, o amor aos pobrezinhos e às velhinhas, a saudade pelos tempos de antanho onde tudo era decente e genuíno.

Ana Cássia Rebelo

9.7.09

OBRA A OBRA (1)

Assisti hoje a uma palestra dada pelo Vereador Manuel Brito sobre Desporto em Lisboa e, para que conste, aqui compartilho uma revelação que se pode considerar espectacular:
Quando o Executivo de António Costa entrou na CML (Agosto 2007) não havia crianças a utilizar as piscinas da cidade. Era mais uma das trapalhadas que a gestão "santanista/carmonista" lhe legava.
Ao fim de 1 ano de mandato, havia cerca de 800 crianças a usufruir das piscinas.
Hoje, ao terminar o curto mandato de 2 anos, são já 6.000 (leu bem, seis mil) crianças que utilizam as piscinas de Lisboa. E com transporte assegurado, o qual não pode demorar mais de 10 minutos no trajecto.
Para aqueles que nunca ouviram quais as obras feitas por António Costa e sua equipa, aqui está mais um exemplo. E que exemplo!