19.6.08

ACABOU, PÁ!

Acabou hoje com mais um desaire (para a história, o segundo consecutivo, caro Paulo) a participação da nossa Selecção no Euro2008, onde conseguimos a proeza de ficarmos entre as 8 melhores equipas, isto é, na metade de cima da tabela (eram 16 a competir) e que significa a pior classificação obtida na últimas fases finais em que entrámos.
O Sr. Scolari saiu conforme entrou: campeão do Mundo com a equipa sensação do Brasil e não conseguiu ganhar nada para Portugal, mesmo disputando o Euro2004 em casa (o tal que tanto na abertura como no fecho perdeu com a Grécia) e de lhe terem proporcionado condições que em Portugal nunca foram postas à disposição de qualquer outro seleccionador nacional.
Mas conseguiu formar o Clube Portugal, pedindo a todos que fossem ainda mais fãs e que comprassem bandeiras para pôr nas janelas. Nada mais do que isso. Ah, conseguiu também sair mais rico.
E prontos, agora vamos todos acalmar e acompanhar os restantes jogos pela TV. Eu prevejo que a sensação vai continuar a ser o tipo de futebol exibido pela Croácia, pelo que para mim não será surpresa nenhuma se eles chegarem à final e até vencerem o Euro2008.
Eu aposto na Croácia, que acho que só perderia com Portugal...digo eu.

18.6.08

IDEIA LUMINOSA

Eu nem queria acreditar quando ouvi na Rádio o que a ERSE/EDP nos quer fazer.
Então querem que eu pague pelos caloteiros? Querem instituir a modalidade tipo "gastem à vontade e não paguem, que depois divide-se pelos que já estão habituados a pagar"?
Isso é que era bom !
O que vale é que esta ideia luminosa teve logo reacções adversas a combater essa tentativa de golpada (mais uma) da ERSE/EDP contra os clientes cumpridores.
Se a moda pega, qualquer dia a PT, a ZON, os restaurantes, os hipermercados, todos mas todos querem que o risco do negócio (calote, dano ou roubo) seja suportado não pelas seguradoras mas pelos verdadeiros clientes que cumprem o seu contrato (têm direito a um bem ou a um serviço e pagam por ele). Não podem é pagar 10 euros pelo deles e mais 2 euros de rateio dos outros que não pagaram.
Ah Sócrates, tu dás emprego a cada crâneo...depois admira-te de levares pancada.

17.6.08

INCH-ALA

aqui tinha apresentado o Pedro da Silva. Hoje volta a ser notícia porque aderiu à Blogos com o seu Inch-ala onde promove uma viagem TT a Marrocos e nos brinda com fotos das suas experiências passadas. É um sortudo, o Pedro. E um artista com a câmara.
A seguir de perto nos próximos tempos. Pelo menos até Setembro, altura da partida (se o Grupo da Guarda não fôr, de certeza que há quem queira ir).

15.6.08

A (des)ILUSÃO

Foi uma grande desilusão e lá por não gramar o Scolari, não pensem que fiquei contente com este desaire da nossa Selecção. Muito pelo contrário.
No entanto e em minha opinião, uma coisa ficou mais uma vez provada: Scolari, sem jogadores de altíssimo gabarito e elevada craveira na sua equipa, torna-se num "bitaites" normalíssimo que consegue perder jogos que até são de ganhar.
Há 2 mitos que mais tarde ou mais cedo vão acabar: Scolari ser bom pedagogo e Scolari ser bom treinador. O tempo irá demonstrar isso. E o Chelsea também.
Penso que Jesualdo Ferreira ou Jorge Jesus, que não ganhariam 150 mil euros por mês por aquele part-time, se tivessem estado hoje no banco do Portugal-Suiça, teriam "lido" logo aos 15 minutos de jogo que Meira, Veloso e Meireles não poderiam jogar naqueles lugares e daquela maneira. E teriam por certo evitado aquela humilhação, alterando a tempo o meio-campo.
Da mesma maneira que se mostrariam bons líderes de grupo e teriam colocado a jogar os guarda-redes suplentes, um na 1ª parte e outro na 2ª parte. É que não se compreende, Sr. Scolari, que quem mexe em 8 ou 9 jogadores na equipa, também poderia ter mexido no guarda-redes. Para além de ser inteiramente justificado, resguardava mais um pouco o "démodé" Ricardo.
E para finalizar, faço minhas as palvras do João Pedro Graça no Apdeites:
Uma palavrinha de despedida para este dito ex-seleccionador nacional. Ou, melhor, duas: boa viagem.

A FEIRA

Para cumprir a tradição, fui à Feira do Livro no seu último dia. E gostei imenso da inovação que o Grupo Leya fez no seu espaço, com a configuração dos stands, abertos e com os livros em estantes, e a ilha central como caixa de pagamento. Penso que deverá ser um modelo a ser considerado pela organização e um exemplo a seguir principalmente pelas grandes editoras.
Contudo, como cliente da FNAC, regra geral encontro lá (e também faço umas leituras gratuitas) quase todos os títulos do mercado, pelo que na Feira do LIvro só adquiro uma ou outra obra autografada (como a de José Manuel Anes) ou então livros que estão fora do circuito comercial. Este ano consegui arranjar 2 de nuestro hermano Alvarez Rabo, um autor de BD que em finais de 2004 causou um grande reboliço em Viseu. Para ler ao serão.